Easyjet - Fui barrada na entrada pelo facto de estar gravida!!

Reclamação nº 105909

Apresentada em 06 de Dezembro de 2011
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Nome do utilizador
Marta Marcelina Guedes Rodrigues
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Entidade Visada
Easyjet (ver perfil)
Motivo da Reclamação
Mau Serviço Prestado


Descrição da Reclamação

Bom dia

Marquei uma viagem de lua de mel no dia 13 de Outubro de 2011, para Roma com embarque em Lisboa no dia 2 de Dezembro pelas 11.45h , EZY4978 com volta no dia 5 de Dezembro de 2011, voo nº EZY4977.
Fiz o check in pela internet para não ter qualquer problema, passei na segurança toda do aeroporto sem qualquer problema qual não é o meu espanto quando sou barrada na entrada para o aviao pelo facto de estar gravida.
Pedi com urgencia a minha medica uma declaração que fosse enviada por fax e pedi à tripulação que aguarda se que em ultima hipotese eu assumia a responsabilidade.Não percebi tal aparato quando nas outras companhias só é necessaria autorização medica acima das 36 semanas, pelo que estava descansada, não percebi a logica medica de pedir tal autorização às 27 semanas.O Sr. Comandante apenas esperava 5 minutos e não mais pelo que a autorização chegou precisamente 7 ou minutos depois.

Fiquei em terra na minha viagem de lua de mel indignada por tal situação e por ter sido mal tratada e atendida por todos, só pelo facto de estar gravida, como se isso fosse algum estado de dificiencia maior.
Descolquei me ao balcão da easyjet para alterar a data de voo, tendo a declaração chegado entretanto, quando não é o meu espanto que me informaram que para Roma o proximo voo era dia 4 de Dezembro. Mais uma vez q revolta tomou conta de mim pois não fazia sentido viajar dia 4 para voltar dia 5 as 8h da manha.

Perante tal facto fiz uma reclamaçaõ por escrito no livro de reclamações da vossa companhia nº 14940589.

Sem a hipotese de uma lua de mel fui obrigada a marcar uma viagem de imediato noutra companhia para nao perder tambem o dinheiro das reservas de hotel já efectuadas em Roma.

A reserva na companhia da TAP custou me 266.36 € cada bilhete de ida e volta, ou seja num total de 532.72 € o que achei inademissivel por uma questão sem fundamento legal e pela tripulação não ter esperado 5minutros pela declaração, sendo que já viajei na vossa companhia por diversas vezes e já fiquei fechado no avião mais de 30m e ate mesmo 1h por diversas questões.
Penso que foi mesmo uma questão de má vontade da vossa tripulação quando em qualquer situação eu como maior de 18 anos assumia a responsabilidade.

Assim sendo, só me resta exigir como indemnização pelos danos causados, a devolução do dinheiro dos voos de lisboa para Roma e de Roma para Lisboa que paguei imediatamente aquando da reserva no dia 13 de Outubro, pela quantia de 231.96 €.

Sem outro assunto de momento

Marta Rodrigues

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Comentarios (3)Add Comment
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escrito por Exclarecedor , Abril 09, 2012
Que estupidez... o único problema dentro de um avião é a pressão a elevada altitude - que exige um esforço elevado ao nível da respiração e, consequentemente, aumenta os batimentos cardíacos e pode provocar contracções. Contudo, NADA DISSO ACONTECE EM AVIÕES PRESSURIZADOS - como é o caso dos airbus da tap e easyjet mou dos boeings da ryanair e transavia.
Pode existir um desconforto acrescido e pés inchados se o voo for longo, como existiria se a gravida ficasse 8 horas sentada no sofá - o que não acontece em voos europeus de 2 ou 3 horas.
Decididamente, Quem precisa de se cultivar é quem acredita em mitos e monstrinhos!!...
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escrito por Patricia Cardoso , Março 15, 2012
Ola Marta, realmente é uma situação muito chata mas penso que a senhora não terá direito a indemnização. Cada transportadora rege-se por regras proprias e se a companhia exige um atestado médico para poder viajar então é dever do passageiro providenciar esse atestado.
A falha foi sua que não leu os regulamentos da companhia. Para além disso, parece-me que a easyjet até tentou facilitar, aceitando um documento enviado via fax (que podia mto bem ser falsificado). Tal não aconteceu em tempo util ( a senhora não sabe, mas as companhias têm um tempo de chão limitado, senão sairem dentro daquele tempo determinado perdem a vez e podem só ter autorização para descolar passado uma hora) e a senhora perdeu o voo. Lamento mas penso que a companhia aérea esta completamente salvaguardada.
Cumps Patricia Cardoso
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escrito por Que grande umbigo , Março 03, 2012
Toda a gente sabe que gravidas já não entram em aviões. Não é por ser doença mas sim pelos riscos que isso implica para o seu bebe. Cultive-se primeiro e reclame depois.


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