Na madrugada de vinte e oito de Maio de dois mil e onze, pelas duas horas da manhã mais ou menos, quando caminhava em passeio com o meu companheiro na Rua de Avis, ao passarem três carro da PSP de Évora, o meu companheiro profere a seguinte frase em tom de admiração para mim: "É logo três carros da bófia seguidos!" É então que o último carro, faz marcha a trás e o agente Martins (Carlos Martins), dentro do carro, dirige-se ao meu companheiro Ricardo José Maria Vilhena, em tom autoritário e diz: O Sr. injuriou-nos, a sua identificação? O meu companheiro atónito com a situação, não por motivo algum nega-se a dar o documento de identificação, ao qual eu me prontifico logo a fornecer o meu Bilhete de Identidade, que o agente aceita e no mesmo instante sai da viatura e o seu colega também, usam da força, algemam o meu companheiro e atiram-no para dentro do carro, o meu companheiro apenas diz: Os senhores já viram o que estão a fazer? E eu ao ver aquela situação digo ao agente Martins: Dê-me o meu Bilhete de Identidade, este já dentro do carro responde: Quer o seu Bilhete de Identidade, vá busca-lo á esquadra. E arranca com a viatura a toda a velocidade. Ao ver-me sozinha na Rua e aquela hora da madrugada, sem poder pegar no carro, pois não tenho Bilhete de Identidade, resta-me telefonar a um casal amigo, que logo vem ter comigo e leva-me á Esquadra da PSP de Évora. Ao chegar, sou recebida por um agente que se encontrava de serviço na esquadra, o qual não olhei ao nome e por o outro agente interveniente na acção, que também não fixei o nome. Enquanto o meu companheiro falava com o agente Martins, no interior das instalações eu, falava com os outros dois agentes no exterior, a tentar provar a minha idoneidade e a mostrar todo o meu desagrado e descontentamento por aquela situação. Entretanto o meu companheiro e liberado trazendo consigo o meu B.I., e diz-me que está tudo bem, tudo esclarecido, que podemos ir embora. Mas eu insisto em falar com o agente Martins, pois é minha intenção apresentar queixa contra ele mesmo, não tanto pela situação com o meu companheiro, mas pela forma como me tratou. Pergunto então ao agente Martins se acha que procedeu bem em relação á minha pessoa? Se acha correcto deixar uma senhora na rua sozinha de madrugada e sem um dos documentos fundamentais para a prática da condução? Ao que o agente Martins responde: A senhora não precisa de Bilhete de Identidade para Conduzir, para conduzir basta ter Carta de Condução. Eu respondo: Desculpe, mas o que o Sr. está a dizer é grave, pois qualquer condutor sabe que para conduzir, para além da Carta de Condução e Documentos da Viatura, tem que ter o seu Bilhete de Identidade. O Agente responde: Sei o que estou a dizer, melhor que a senhora. Eu respondo: Desculpe mas parece que não sabe e além disso o Sr. não sabe aquilo que eu sei ou deixo de saber. O Agente: Mas o que é que a Sr.ª quer afinal? Eu respondo: Já disse, que apresentar uma queixa! O Agente: Então para apresentar queixa dirija-se á minha chefe ali do outro lado. E foi o que fiz. Tentei explicar á chefe do agente Martins, o sucedido, que nem para mim olha e simplesmente me diz que quanto ao que o seu colega disse, sobre o conduzir sem Bilhete de Identidade, não vai responder e que também não aceita a minha queixa, pois não é nenhum crime. Ai eu peço o livro de reclamações e entre mexe em papel, abre gaveta, fecha gaveta, a mesma responde que não tem livro de reclamações, que o mesmo deve estar com o Comandante, que se quiser para passar lá segunda-feira dia 30 de Maio de 2011. Abandonamos as instalações, pois não há ali mais nada a fazer.
Conclusão: A minha queixa nem é em relação ao sucedido com o meu companheiro, pois usou um termo menos correcto, apesar de não se ter dirigido a nenhum agente em concreto, apenas comentou comigo! Esta queixa é pela forma que fui tratada, o erro grave em relação á documentação para a prática da condução e a recusa de aceitação de uma queixa.
Sem outro assunto, os melhores cumprimentos
Carina Pereira |
imigrante brasileiro (visitante) escrito neste momento0
sou morador da r:inacio pardelhas sanches!A policia que é para combater os crimes e nos proteger! combate os trabalhadores pois este bairro é maravilhoso e bom de conviver o pobremas aqui no serafina é a policia psp das quadras 37 pois n tem compressão e nem respeito de cidadão com os morador do bairro sou trabalhador e casado aguardano minha rezidencia do sef com situação legal dentro da lei do pais mas. esta sexta feira dia 1152012! dia de trabalho fui detido as 9:30 da manha pela carta de condução ser brasileira fui algemado e maltratado como bandido e ate o direito de fala ao telemovel com minha adivogada foi me tirado! atendi uma ligação da minha adivogada e os agentes me apretaro as algemas e me colocaro em uma outra sala dentro das quadra algemado no currimão da escada! olha só como é os policias do bairro eu SOU trabalhador que saio as 9.30 da manhã sou detido e maltratado mas no sabado anoite roubarro a farmacia do bairro do serafina na madrugada! onde estava os policiais do bairro ? dormindo para amanhã apanha os trabalhador do bairro pois este só sai pela manhã para trabalhar! não de madrugada !