Reclamação nº 111209 | | Apresentada em 05 de Janeiro de 2012 |  |
| | | Nome do utilizador | Carla Susana Pereira Fernandes
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| | | | Entidade Visada | Hospital de São Sebastião (ver perfil)
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| | Motivo da Reclamação | | Atendimento |
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Descrição da Reclamação | No dia 3 de Janeiro de 2012 procurei as urgências do CHEDV - Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga E.P.E, mais propriamente da Unidade do Hospital de São Sebastião, após dois contactos com a linha de Saúde 24. Dei entrada na triagem (episódio nº12001102) pelas 07h20m sendo vista posteriormente pela Dra. Pilar Buylla às 9h25m. Duas horas de espera com uma pulseira amarela. Sintomas: febre, dores abdominais, cólicas, diarreia, com uma possivel intoxicação alimentar. Durante a consulta a médica questionou-me os sintomas, disse-lhe que tinha comido possivelmente uma massada de marisco que não estaria muito boa (em que esta continuamente lhe chama sande de marisco). Questiona-me se eu era alérgica a alguma coisa e eu respondi que sim: INTOLERÂNCIA À LACTOSE. Disse-lhe duas vezes. Fui encaminhada para a sala de tratamentos onde estive 2 horas a receber medicação e onde comi algo para verificar se não rejeitava. Foi-me dada alta com a respectiva medicação e uma dieta. Medicação de Paracetamol Accel 1000mg, Metoclopramida Labesfal 10mg, UL 250. Dirigi-me para casa já após ter comprado a medicação. Na primeira tarde os sintomas aliviram. Durante a noite foram-se agravando as cólicas e a diarreia. Durante a manhã seguinte as cólicas eram demasido intensas que me deixavam praticamente desmaiada. Quando me preparava para tomar novamente uma saquela de UL 250 verifiquei que esta dizia que continha LACTOSE. Procurei os prospectos dos medicamentos. O UL 250 um dos principais excipientes é a lactose. Também a Metoclopramida contém lactose. Contactei mais uma vez a linha da Saúde 24 e que me disse que devia imediatamente falar com um médico para que a minha medicação fosse substituida. Procurei um médico e este retirou-me a medicação prescrita pois estava a piorar muito. Venho por este meio manifestar o meu desagrado de um doente estar a falar com o médico e este estar preocupado em escrever e não ouvir os doentes. Manifestar-me que é incompreensivel esta lacuna. A intolerância não é causa de morte, mas se fosse, teria morrido. Agradeço que ouçam os doentes e que não os tentem despachar... E infelizmente toda esta situação custou-me muito caro, cerca de 70€, quando poderia ser resolvida apenas com a primeira procura de um médico.
Com os melhores cumprimentos, Carla Fernandes |
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