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Queixa nº 0058/09 | Apresentada em 19 de Agosto de 2009 Nome do queixoso Vitor Manuel Fernandes de Gouveia Pessanha
Entidade Visada Restaurante Cabicanca Avenida Liberdade 66 3570-012 AGUIAR DA BEIRA Motivo da Reclamação: Má Educação e Ameaças!
Descrição da queixa: No dia 7 de Agosto de 2009, eu, a minha esposa e casais amigos, fomos até Viseu, a Vila Longa, passar o fim-de-semana, à terra da minha sogra. Com é hábito, quando me desloco a Viseu vou ao Restaurante Cabicanca, em Aguiar da Beira, almoçar ou jantar, e comer o Bacalhau à Cabicanca. Da 1ºvez que lá fui, informaram-me que este bacalhau tem de ser feito por encomenda, mas a D. Belmira Pires, uma senhora muito simpática, cozinheira e uma das Donas do restaurante, fez dois bacalhaus para nós, depois de eu ter feito o choradinho, uma vez que tinha vindo propositadamente de Lisboa. A 2ºvez, fomos com os pais da minha esposa, éramos 4 pessoas, encomendei com um dia de antecedência, a D. Belmira Pires já não estava, estava nos Açores, onde abriu outro Cabicanca, mas tudo correu às mil maravilhas. Mas desta vez, no dia 8 de Agosto de 2009, por vota das 19h00, falei com uma empregada, e marquei jantar para 6 pessoas e uma criança, e encomendei dois bacalhaus à cabicanca, perguntei várias vezes se o faziam, explicando como era o bacalhau que falava, e se havia algum problema em ir jantar apenas às 21h30. A empregada disse-me que faziam o bacalhau e que não havia problema quanto às horas, uma vez que iam estar até tarde, pela existência de um casamento. Quando chegamos, o restaurante apenas tinha uma mesa ocupada e a nossa reservada. Confirmamos o pedido do bacalhau à cabicanca e pedimos outro prato. Um dos meus amigos perguntou se havia 1/2 doses, onde se ouviu na cozinha a seguinte resposta (do Dono): "1/2 só para as pernas! “, nós não queríamos acreditar! Para agravar a situação, O Dono do restaurante veio à nossa mesa informar que não fazia o bacalhau, que só fazia para muita gente e que caso não escolhesse-mos outro prato podíamos ir embora, e que não havia conversa possível, mesmo depois de explicar o historial atrás descrito, sendo malcriado, prepotente, de um trato indescritível, possivelmente alcoolizado, porque estava alterado, passando uma imagem do restaurante totalmente diferente das experiências anteriores. A cozinheira dizia que não havia problema e que o fazia, mas que ia demorar! O Dono mandou-a calar e expulsou-nos do restaurante, dizendo que era como ele dizia ou íamos ter problemas! Iria ele envenenar-nos, colocar cabelos, colocar produtos de má qualidade, …!! Perante este cenário, nós levantamo-nos irritados, após algumas trocas de palavras, uma vez que nunca tínhamos sido tratados desta forma em nenhum lugar e perante os meus amigos acabei por ficar mal visto. Com a irritação nem pedimos o livro de reclamações, e quando nos lembramos já tinham fechado a porta e luzes do restaurante. Conclusão: o Dono do Restaurante queria fechar o restaurante e não servir mais nenhuma refeição, simplesmente arranjou um pretexto para nos expulsar do restaurante, culpando a empregada. Consequências: Depois desta má experiência tinha que deixar o meu testemunho, fazer a minha critica ao atendimento deficiente e de 5º categoria deste restaurante e especialmente do seu Dono, que ao contrário da D. Belmira Pires, que tinha fidelizado o cliente e com isso trazer novos clientes, não só perdeu este, como potenciais clientes, e se depender de mim, vai perder muito mais. Sugiro que esta mensagem seja passada a todos os clientes do Cabicanca, e portais de restaurantes. Fica também o registo que das vezes que lá fui, a empregada que estava a servir nunca foi a mesma. Isto deve ter uma explicação. Data de envio para entidade visada: 20/08/09 Estado: à espera de resposta
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J.L.O.