Reclamação nº 114109 | | Apresentada em 13 de Janeiro de 2011 |  |
| | | Nome do utilizador | Rui Nelson Lopes Silva
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| | | | | Motivo da Reclamação | | Burlas |
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Descrição da Reclamação | Fui enganado por esta empresa tal como todas as outras pessoas que aqui apresentaram as suas queixas, esta será mais uma a juntar ao rol. Em 2008 acedi às insistências telefónicas desta empresa para me darem a conhecer as suas condições de oferta de um fim de semana. Apesar de já saber ao que ia fui na mesma, e após de várias horas de conversa com a vendedora a demonstrar como fantásticos eram os seus preços e tudo isso acedi tornar-me sócio, e sim li o contrato e sim conheço o direito dos 15 dias de livre resolução, mas agora pergunto onde está a seriedade desta empresa quando antes de assinar o contrato perguntei claramente à vendedora e ao seu chefe, "Se pretender desistir daqui a 6 meses posso fazê-lo? Oh sim claro, não se preocupe. E o valor já investido? Será restituído, apenas não poderemos devolver os custos da anuidade". Perante isto não tive dúvida e assinei. Qual é o meu espanto quando em 2009 decido terminar com o meu contrato por carta registada em que junto envio o cartão de sócio a resposta é que tal me está vedado uma vez que passaram os 15 dias de direito de livre resolução, e ainda levar com a arrogância dos funcionário a dizer que as 3 horas da entrevista teriam sido mais que suficiente para ficar a perceber tudo. deveria estar a referir-se a 3 horas de lavagem cerebral.... Fiquei a saber que esta queixa é uma situação recorrente e eu pergunto, mas neste país brinca-se? Uma entidade destas que engana os cliente é protegida e ficamos nós a financiar a sua existência? Quando me disseram que ia pagar uma mensalidade nunca ninguém me disse que passaria a ter um crédito junto da credibom. Andam-se a financiar juntos de financeiras em nome dos associados e isso é legal!! Para ficar mais atónito fico a saber que neste país existem contratos onde o utilizador não pode desistir da utilização do serviço, são contratos vitalícios, situação que também não me foi informada. Volto a fazer nova pergunta, Que andam a fazer as instituições que se dizem protectoras dos direitos do consumidor?
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Resposta à Reclamação | Ainda sem Resposta |
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