Açoreana Seguros - Como agir perante toda esta situação?

Reclamação nº 060709

Apresentada em 26 de Março de 2011
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Nome do utilizador
Nuno Alberto Coelho Borges da Rocha
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Entidade Visada
Açoreana Seguros (ver perfil)
Motivo da Reclamação

Acidente instalações loja comercial



Descrição da Reclamação

Exms. Srs.

Venho por este meio recorrer ao v/ Organismo, com o intuito de solicitar vosso apoio e informar sobre o procedimento que diversas Entidades envolvidas(Giovanni Galli, Dual Peri e Comp. Seguros Açoreana) estão a ter com a minha pessoa e do meu filho menor num sinistro ocorrido numa Loja Comercial.
No dia 11 de Fevereiro de 2011, pelas 22 horas, no The Style Outlets- Vila do Conde, Modivas, Loja Giovanni Galli, o meu filho sofreu um corte na extremidade do dedo indicador da mão direita enquanto estava diante de um espelho. O espelho está instalado numa zona de provas, no qual o canto inferior direito já apresentava diversas rachadelas e em alguns sitios totalmente partido(possuo fotos).
A certa altura, reparamos que o meu Filho com 2 Anos, tinha o dedo indicador da mão direita a sangrar. Tentamos de imediato estancar-lhe no local e com lenços de papel o sangue, mas em vão. Saímos rapidamente em direcção ao Hospital da Boa Nova- Leça da Palmeira, onde foi assistido, suturado com 3 pontos de steri-strips e cobrados €60.
Voltamos novamente à Loja, para apresentar reclamação no respectivo livro(entretanto já recebemos resposta da ASAE, que informa tratar-se de uma questão de matéria relativa a responsabilidade civil. Sugere recurso aos Julgados da Paz ou Tribunais Judiciais). Igualmente, exigimos que a Loja assumisse a responsabilidade, pelo facto de ter o vidro partido e que esteve na origem do sinistro. De igual modo, procedemos à reclamação no site Giovanni Galli para apresentação da ocorrência, onde fomos contactados pelo Sr Paulo Cardoso(Supervisor) que nos solicitou os dados do Lesado para accionar o seguro e ainda, informou de que o vidro entretanto já tinha sido substituído.
Informo que já fui contactado pela Empresa de Peritagens- DualPeri em 15/03/2011, a qual procedeu ao preenchimento do Depoimento Testemunhal, recolha fotocópias dos cartões de cidadão, factura e Relatório Médico.
Nesse momento, tivemos conhecimento através do Senhor Perito(peço desculpa, porque a pessoa em causa não se apresentou), de que a Loja Comercial, uma vez que tinha de accionar o seguro solicitava o pagamento/substituição do vidro. Contudo, este informou-nos de que o vidro já estava partido ou lascado e o seguro nunca iria pagar esse dano.
Até aqui tudo corria normalmente....., Quando para meu espanto, o Senhor Perito pediu-me para assinar um documento, o qual não podia facultar-me uma fotocópia, por se tratar de um documento interno!!!!!!!!!!!
Ora, perante esta situação, é obvio que me recusei a assinar, visto estar perante uma ilegalidade e um documento de que eu nunca iria ter acesso.
O Senhor respondeu prontamente:
- Sei assinatura, o processo fiva suspenso( e já passaram mais de 10 dias).

Deste modo, venho dar conhecimento a Vossas Excelências, como Entidade Reguladora das Companhias de Seguros, que me possam ajudar e informar se o procedimento está correcto? E como agir perante toda esta situação?

Estamos a falar de 3 Empresas envolvidas neste Sinistro:

- Loja Giovanni Galli(local do acidente)
- DualPeri- Empresa de Peritagens
- Companhia de Seguros Açoreana(Apol. seg. Acid. Trabalho)

Refªs.: Apólice Açoreana nº 3401004589
           Processo Nº 3400016062
           Refª Dual Peri Nº MC-ACO-33314-011

Aguardo resposta da v/ parte,

Atenciosamente,
Com os Melhores Cumprimentos,

Nuno Rocha e Liliana Garcês


Resposta à Reclamação

Exmos. Srs.

Na sequência da vossa solicitação, cumpre-nos informar que, consultada a nossa Direcção de Sinistros, fomos informados de que, em 07.04.2011, foi emitido o recibo de indeminização no valor de € 60,00 e que se encontra liquidado desde 02.05.2011.

Disponíveis para eventuais esclarecimentos adicionais.

Com os melhores cumprimentos.
Núcleo de Gestão de Reclamações


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Comentarios (1)Add Comment
...
escrito por Ana M. P. Martins , Setembro 28, 2011
Boa tarde,

Venho desta forma expor um assunto que me deixa completamente incrédula que como estas situaçõespodem acontecer e serem permitidas por lei...

Contactei os serviços da linha Advancecare pelo 21 3228000, no dia 26 de Setembro com o intuito de me informarem acerca dos prestadores da Rede Bem Estar e qual não foi o meu espanto quando me informaram que a apólice " estava em anulação ".

Perguntaram-me se tinha solicitado a anulação e eu referi que tal não o tinha feito.

Não deixo de ter ficado perplexa com tal informação até porque até à data não recebi nada por escrito com essa mesma intenção por parte da Açoreana.

Contactei no 27 de Setembro a linha da Açoreana pelo 21 707201248 na pessoa da Sra. Maria João Silva que me informou que realmente não era uma situação normal visto que os recibos têm sido todos cobrados, ou seja, os pagamentos devidos estão em dia e que não fazia sentido visto que também no sistema não constava mais nenhuma informação.

Solicitou-me que entrasse em contacto com Almada pelo 21 272 3920 na pessoa da Sra. Cândida Ferreira que me informou novamente que sim, a apólice "estava em anulação" e não sabia porquê, até porque não tinham qualquer indicação ou solicitação da Companhia de Seguros nesse sentido.

Tornaram a perguntar se tinha sido eu a solicitar a anulação da apólice o que eu respondi novamente que não.

Após averiguação por parte da Sra. foi-me informado que a apólice estava em anulação devido a sinistralidade e que iriam comunicar por escrito.

Ora e de acordo com as Condições Gerais da Apólice Artigo 14º Denúncia do Contrato, o mesmo tem que ser denunciado com 30 dias de antecedência da data de termo da anuidade e tal facto não foi cumprido pois como já referi não recebi nenhuma informação nesse sentido.

Causa-me alguma estranheza e visto que a anulação se deve à sinistralidade de 2010 e sendo que a cirurgia (Abril 2010) e maioritariamente dos exames se realizaram antes da intervenção cirúrgica (anterior a Abril de 2010) e tendo em conta que a renovação do seguro se faz em 23 de Outubro, que no ano de 2010, não tivessem anulado a apólice e esperaram mais uma anuidade para tal (2011).

Talvez se deva ao facto de estar grávida…que reconsideraram a anulação este ano….não sei…ficará para analisar em sede própria se necessário…

Informo que se a situação não estiver devidamente legalizada, procederei judicialmente de forma a valer os meus direitos enquanto consumidora até às últimas instâncias.

Desde 2007 que tenho o seguro e nunca tive necessidade de o utilizar até o ano passado.

Sempre tive em grande consideração esta companhia de seguros e cheguei inclusivamente a recomendá-la a várias pessoas pelos serviços que me têm prestado.

Sempre paguei e cumpri com os meus deveres e por isso exijo que a outra parte também assim o faça, visto que considero ser extremamente injustificada toda esta situação.

Como pode a Companhia de Seguros Açoreana anular um seguro por sinistralidade???
Existe um tremendo contrasenso...então porque se fazem os seguros de saúde???
Claro que nunca pensamos a vir utilizá-lo e concerteza não é por gosto que o fazemos relativamente a cirurgias....

Com os melhores Cumprimentos
Ana Martins




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